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sexta-feira, 11 de maio de 2012

A poupança, a previdência e a arte de governar (Joaquim Falcão)


Disponível em: (http://direitorio.fgv.br/node/2288). Acesso em: 11/mai/2012:
 
A poupança, a previdência e a arte de governar
Na primeira semana de maio o governo realizou duas importantes mudanças financeiras: adotaram novas regras de poupança e novas regras de aposentadoria para servidores públicos. Mas essas mudanças só serão válidas para os contratos firmados após a data de aprovação das novas regras. De acordo com o diretor da FGV DIREITO RIO Joaquim Falcão, estas estratégias são mais uma diferença entre a situação presente do Brasil e a dos países europeus em crise.
"É somente por essa estratégia contratual 'manter o presente e consertar o futuro' que o governo Dilma conseguiu o que até agora foi impossível para os governos anteriores. Avançar em soluções. Um futuro errado não é o destino certo de um país" afirmou Falcão.
Leia o artigo de Joaquim Falcão publicado no Correio Braziliense na íntegra abaixo:



segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Contrário à criação do CNJ, ministro retoma luta contra o órgão (Joaquim Falcão)



Ministro decide limitar atuação do CNJ
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Marco Aurélio Mello decidiu, individualmente, nesta segunda-feira (19/12) que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) só pode atuar depois das corregedorias locais. A decisão atendeu ao pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), que acionou o STF contra uma resolução editada em julho pelo CNJ. De acordo com Joaquim Falcão, diretor da FGV DIREITO RIO, o Ministro Marco Aurélio foi o único ministro contra a constitucionalidade do CNJ e oferece agora ao país um pessoal e limitador entendimento do conselho.
Enquanto o tema estava em pauta no STF, o ministro se recusou a votar. No último dia do ano do judiciário, concedeu a liminar. "O STF não tem mais tempo para reavaliar. Enquanto o país espera, a liminar prevalece. O ministro claramente se utilizou do tempo processual. Resta saber se intervir no timing político do processo a favor de sua tese é democrático" afirma o professor.
Nesta quarta-feira (21/12), o Estadão citou Joaquim Falcão em seu editorial e afirmou que a criação do CNJ, cujo saldo de realizações é inegável, foi a principal inovação da reforma do Judiciário. Leia o editorial na íntegra aqui.
Leia o artigo da Folha de S. Paulo na íntegra abaixo:
Do Portal: http://direitorio.fgv.br/node/2023  de 20/12/2011.

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O ministro do STF, o desembargador e o juiz (Joaquim Falcão)


O ministro do STF, o desembargador e o juiz
Na última semana de agosto foi divulgado um levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostrando que, a cada dez processos que chegaram ao Judiciário em 2010, sete ficaram por mais de um ano aguardando decisão. A pesquisa Justiça em Números 2010 apontou que ao longo do ano passado, de cada cem processos novos e pendentes que tramitam no Judiciário, 30 deles foram finalizados. O professorJoaquim Falcão, diretor da FGV DIREITO RIO, em artigo escrito para o Correio Braziliense comparou esses números com os da pesquisa "Supremo em Números", e fez um paralelo da carga de trabalho de um ministro do Supremo com a de um juiz de segunda instância, isto é, um desembargador e um juiz comum.
Foto: O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Cezar Peluso, abre o seminário Justiça em Números - Indicadores do Poder Judiciário, promovido pelo CNJ. Por Antonio Cruz/ABr 
"O atual sistema de recursos banaliza o acesso ao Supremo. Além de ser sistema socialmente excludente. Somente os que podem arcar com os custos judiciais e advocatícios de levar uma questão até Brasília têm direito ao Supremo." afirma o professor.
Quem é o responsável por essa situação? Quem pode resolve-la?
Leia o artigo na íntegra abaixo:

Leia mais notícias:
Disponível em: (http://direitorio.fgv.br/node/1798). Acesso em 08/set/2011.