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quinta-feira, 9 de julho de 2015

Chanceler russo comenta questões ‘quentes’ da agenda internacional (Cf. Sputnik News)

Postaem 09/jul/2015...

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, realizou o briefing no âmbito da cúpula dos BRICS.
Na manhã da quinta-feira, 9 de julho, o chanceler russo abordou um vasto leque das questões da agenda internacional no briefing realizado no âmbito da cúpula dos BRICS na cidade russa em Ufá.
Situação econômica da Grécia e possível Grexit
No domingo passado (5) a maioria dos gregos votou no referendo nacional contra as medidas propostas pelos credores da Grécia, nomeadamente contra medidas de austeridade, incluindo cortes nas pensões e aumento de impostos, em troca de um novo pacote de ajuda financeira. A Grécia pode sair da zona do euro, o que agravará a situação econômica em todos os países da União Europeia. Sergei Lavrov comentou a situação:
“A nossa posição foi divulgada pelo presidente da Rússia – nós estamos interessados em que seja tomada uma decisão o mais breve possível, aceitável por todos, para a questão da dívida grega e para a maneira de resolver o problema.”
Presença militar da OTAN perto das fronteiras da Rússia
O surgimento de infraestrutura adicional da OTAN perto das fronteiras russas não corresponde aos acordos entre a Rússia e a aliança, declarou Sergei Lavrov no briefing.
"Primeiramente são apresentadas acusações infundadas contra nós, e a opinião pública é influenciada e depois citada para tomar passos completamente práticos, e não retóricos, criando a infraestrutura militar da OTAN perto das nossas fronteiras, o que viola as obrigações aprovadas entre a Rússia e a Aliança no âmbito de tal chamado Ato Fundador."
A Rússia já expressou repetidas vezes sua preocupação pelo fortalecimento da presença militar da OTAN perto de suas fronteiras. Em resposta às declarações dos responsáveis da OTAN sobre a alegada ameaça russa o presidente da Rússia, Vladimir Putin, já tem declarado várias vezes que são as forças da OTAN que se aproximam das fronteiras da Rússia, e não o contrário.
Combate ao grupo terrorista Estado Islâmico
Enquanto a coalizão liderada pelos EUA combate o grupo terrorista Estado Islâmico (EI), os resultados de tais operações continuam sendo pouco eficazes. O chanceler russo assegurou que a Rússia continuará a apoiar plenamente a proposta de criar a coalizão de formato universal para continuar o combate ao terrorismo.
“Continuaremos a garantir a segurança das nossas fronteiras, do nosso país. A região não sofre da falta de pessoas armadas que poderiam combater o EI. É crucial, e tentamos fazer isso, que todos eles se juntem contra a ameaça maior.”
Negociações sobre programa nuclear do Irã
O ministro do Exterior russo declarou que a parte russa está pronta para continuar as negociações em Viena com o sexteto de mediadores internacionais sobre o programa nuclear do Irã e que o acordo abrangente está quase pronto. A questão tem a ver com a natureza pacífica do programa nuclear do Irã e levantamento das sanções impostas contra o país pelo Conselho de Segurança da ONU.
“Atualmente estamos perto da conclusão do acordo abrangente, baseado no direito do Irã de desenvolver pacificamente a área da energia nuclear, inclusive o direito de enriquecer urânio.”
Situação na Ucrânia
O chanceler russo comentou a crise ucraniana, sublinhando a importância de implementar os acordos de paz de Minsk alcançados em fevereiro, após conversações entre os líderes da Rússia, Alemanha, França e Ucrânia na capital bielorrussa e assinado pelo Grupo de Contato sobre a Ucrânia (composta pelos representantes do governo da Ucrânia e os das autoproclamadas repúblicas populares de Donetsk e Lugansk e a OSCE).
“Nos documentos, que serão apresentados em poucas horas, os líderes dos BRICS e SCO expressarão a nossa posição comum sobre a necessidade de implementar plenamente e conscienciosamente os acordos Minsk.”

Leia mais: http://br.sputniknews.com/mundo/20150709/1517850.html#ixzz3fS5pEZw3

quinta-feira, 6 de março de 2014

Parlamento da Criméia vota unânime pela incorporação à Federação Russa...

06/mar/2014...


Jueves 6 de Marzo de 2014, 06:35 am

Parlamento de Crimea vota a favor de incorporarse a Rusia


El parlamento de Crimea votó por unanimidad a favor de integrarse a Rusia. (Foto: RT)
La decisión del legislativo, según reseña la agencia rusa RIA Novosti, fue "Formar parte de la Federación de Rusia en calidad de miembro de la Federación", declaró el diputado del Parlamento de Crimea Serguéi Shuváynikov.

El Parlamento de la república autónoma ucraniana de Crimea decidió de manera unánime pasar a formar parte de la Federación de Rusia.
Según reseña la agencia rusa RIA Novosti, esta fue la decisión del legislativo, "Formar parte de la Federación de Rusia en calidad de miembro de la Federación", declaró el diputado del Parlamento de Crimea Serguéi Shuváynikov.
Previamente se había informado que el referéndum popular sobre el status de esta autonomía ucraniana se celebraría el 16 de marzo. En la consulta se plantearán dos preguntas referentes a la vuelta a la Constitución de Crimea de 1992 y a pasar a formar parte de Rusia.
Esta decisión ya fue transmitida al presidente de Rusia, Vladímir Putin, según ITAR-TASS.
Según esta agencia, la decisión del Parlamento ya ha sido anunciada a una multitud de habitantes de la península que se ha congregado cerca de la sede del edificio que alberga a este cuerpo legislativo regional.
La población en torno al Parlamento acogió el anuncio con gritos de "¡Rusia!".
Crimea, oficialmente República Autónoma de Crimea, es una península en la costa norte del mar Negro y la única república autónoma de Ucrania, tiene mayoría de rusos hablantes y no aceptan el nuevo gobierno impuesto en Kiev.
teleSUR-RIA Novosti-RT/KP
Disponível em: (http://www.telesurtv.net/articulos/2014/03/06/parlamento-de-crimea-vota-unanimemente-por-su-incorporacion-a-rusia-7655.html). Acesso em: 06/mar/2014.

terça-feira, 7 de janeiro de 2014

O cavalheiro negro do czar (Emiliano Urbim)

07/jan/2014...

SUPER RESPOSTA - QUEM FOI?

O cavalheiro negro do czar

O africano Abram Petrovich Gannibal, que chegou à Russia como escravo e virou governador, foi o primeiro intelectual negro da Europa

por Emiliano Urbim




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Brokhaus Efron, St Petersburg, 1907
"Dispensado! Após 57 anos de serviço leal, sem razão ou recompensa!", queixava-se o recém-ex-militar em uma carta a Catarina, a Grande, soberana do Império Russo. Como reparação, ele exigia uma promoção ao posto de marechal e pensão vitalícia. Seu pedido, no entanto, foi ignorado, e o jeito foi aceitar a aposentadoria forçada na sua casa de campo. Tudo bem: encerrar a vida como aristocrata rural era bem agradável. E, no caso do negro Abram Petrovich Gannibal, vindo da África para ser escravo na Rússia, lendário.


Nascido em 1696 na Etiópia, aos 7 anos o menino foi capturado e despachado para o sultão de Constantinopla, e logo revendido à corte de São Petersburgo - era moda entre os monarcas colecionar crianças exóticas. Inteligente, o menino conquistou o czar Pedro, o Grande, que arranjou sua alforria e se tornou seu padrinho - daí o sobrenome imperial, Petrovich.



Quando fez 20 anos, o cavalheiro negro foi enviado a Paris para concluir seus estudos e, nas horas vagas, espionar um pouco. Russo, negro e nobre, o paradoxo ambulante logo se enturmou com a galerinha alternativa da época: Diderot, Montesquieu e Voltaire eram seus amigos e o chamavam de "estrela negra do iluminismo". Seu biógrafo, Hugh Barnes, crava: Abram foi o primeiro intelectual negro da Europa.



Formado em belas-artes e na arte da guerra, fez "estágio" em um conflito entre França e Espanha, de onde saiu capitão. A fama de estrategista lhe inspirou um novo sobrenome, Gannibal - em russo, Aníbal, um general africano que assombrara a Europa 2 mil anos antes.



A volta para a Rússia, em 1722, foi cheia de glórias - breves. Morto o padrinho, Abram recebeu uma missão supimpa: deixar nos trinques várias fortalezas na Sibéria, que, como ensina o anúncio de TV a cabo, é bem ruim. Foram 4 congelantes anos até que seus dons como engenheiro militar chamassem atenção e o tirassem do exílio.



Reintegrado à aristocracia, Gannibal ascendeu na hierarquia política, militar e diplomática. Assim como o Otello de Shakespeare, o "mouro de Petersburgo" havia feito ao Estado alguns serviços, e eles sabiam disso. Tanto que lhe deram, em 1741, um belo sítio na província de Pskov, com milhares de pinheiros e centenas de servos. O escravo africano havia se tornado um nobre russo dono de escravos. Comparando com o Brasil, é como se Zumbi virasse barão das Alagoas.



Após apelar e perder com a czarina Catarina, Gannibal terminou seus dias isolado no campo. Apesar da vida singular, na Rússia ele é só um antepassado de alguém mais famoso: bisavô de Alexandre Pushkin, pai da literatura russa.




Grandes momentos



• A história de Gannibal tem mais conexões literárias: o oficial russo que o levou da Turquia para São Peterburgo foi Pyotr Andreyevich Tolstói, bisavô do autor de Guerra e Paz.



• Promovido à nobreza, ele espalhou que era um príncipe africano. Verdade ou não, acreditava na história e criou um brasão de família com a imagem de um elefante.



• Alguns autores defendem que Gannibal se envolveu na conspiração que matou Pedro 3º e colocou Catarina, a Grande em seu lugar. Nessa versão, ele esperava uma grande recompensa e teria sido traído na última hora.



domingo, 4 de março de 2012

Primavera Russa. Feministas protestam nuas no colégio onde Putin votou...


Mobilização | 04/03/2012 10:01

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Feministas protestam nuas no colégio onde Putin votou

As ativistas da Femen ficaram famosas no mundo todo pelas ações provocativas que promovem em defesa dos direitos das mulheres

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Ativistas do Femen em Kiev
Ativistas seminuas do Femen em Kiev. Foto de protestos de 2010: A polícia retirou-as imediatamente hoje do prédio e tratou de cobrir seus corpos nus com casacos
Moscou - Três ativistas da organização feminista ucraniana 'Femen' tiraram as roupas neste domingo para protestar contra o candidato favorito a vencer as eleições presidenciais russasVladimir Putin no colégio onde minutos antes ele havia votado.
As jovens entraram no local 15 minutos depois de Putin sair, tiraram a roupa e gritaram frases em coro como: 'Putin fora!' e 'Putin ladrão!'. Elas ainda derrubaram a urna eletrônica em que o candidato votou.
A polícia retirou-as imediatamente do prédio e tratou de cobrir seus corpos nus com casacos, onde traziam inscrições do tipo 'Ratos do Kremlin'.
O porta-voz de Putin, Dmitri Peskov, citado pela imprensa russa, comentou o episódio: 'As meninas são tontinhas. Acham que isso é romântico. Mas falando sério, primeiro, é uma violação da ordem pública. Segundo, pelo que posso entender, ofereceram resistência aos agentes de segurança'.
Peskov falou depois que Oxana Shachko, Anna Deda e Irina Fomina fossem detidas pela Polícia.
Apesar disso, os representantes da campanha de Putin deixaram claro que não vão denunciar às ativistas, revelou a agência 'Interfax'.
As ativistas da Femen ficaram famosas no mundo todo pelas ações provocativas que promovem em defesa dos direitos das mulheres e contra seus opositores políticos.

Russos elegem presidente em meio a clima de ceticismo


Russos elegem presidente em meio a clima de ceticismo

Atualizado em  4 de março, 2012 - 08:32 (Brasília) 11:32 GMT
Putin discursa em evento realizado na Rússia, no sábado (AP)
Putin deve ser reeleito, mas enfrenta onda de ceticismo
Os russos foram às urnas neste domingo, para a eleição presidencial na qual Vladimir Putin espera ser reconduzido à Presidência para um terceiro mandato, após ter sido primeiro-ministro por quatro anos.
Putin governou o país de 2000 a 2008, mas a Constituição russa impede que um presidente se candidate a um terceiro mandato consecutivo. Ele enfrenta quatro oposicionistas, três dos quais já derrotou em ocasiões anteriores.
A votação acontece em meio a uma forte onda de protestos, indignação popular e ceticismo, provocada por acusações de que teriam ocorrido fraudes generalizadas a favor do partido de Putin, Rússia Unida, nas eleições parlamentares de dezembro.
As denúncias provocaram uma série de manifestações em diferentes pontos do país que reuniram cerca de 90 mil pessoas, que desafiaram um inverno rigoroso e temperaturas abaixo de zero.
A fim de aplacar os críticos, Putin anunciou a instalação de webcams nos 90 mil postos eleitorais do país, mas muitos na Rússia e entre a comunidade internacional questionam a eficácia da iniciativa.
Em um relatório, a Organização de Segurança e Cooperação na Europa (OSCE) afirmou que ''câmeras não podem capturar todos os detalhes do processo de votação, em especial a contagem de votos''.
Uma missão conjunta da OSCE e do Conselho Europeu formada por 250 pessoas irá monitorar as eleições. Milhares de russos se voluntariaram como fiscais eleitorais e receberam treinamento para saber identificar e denunciar possíveis fraudes.

'Dança das cadeiras'

O pleito presidencial já vinha sendo questionada por vários russos após Putin ter anunciado que faria, na prática, um ''revezamento'' com o atual presidente, Dimitri Medvedev, que foi o seu primeiro-ministro durante a sua presidência, e que agora irá retomar o antigo cargo - caso se confirme, é claro, a esperada eleição de Putin.
De acordo com correspondentes internacionais na Rússia, há um debate em vigor no país sobre se Putin seria a melhor pessoa para a Rússia e se é chegado o momento de realizar mudanças.
O repórter da BBC em Moscou Richard Galpin está acompanhando a votação na cidade de Novosibirsk, onde houve um aumento no número de pessoas se voluntariando para agir como fiscais eleitorais, após as denúncias de fraudes de dezembro passado.
Militantes chegaram até a realizar um programa de treinamento oferecido a milhares de novos monitores eleitorais.
''As conclusões alcançadas pelas equipes de monitores russos e internacionais a respeito da lisura do pleito será crucial para a legitimidade do novo presidente do país'', afirma Galpin.
De acordo com relatos da mídia russa, o Ministério do Interior deslocou 6 mil policiais moscovitas para outras regiões do país.

Candidatos

Putin foi votar ao lado de sua mulher, Ludmila. Em entrevista ao jornal russo Izvestia, ele afirmou: "Espero um bom índice de comparecimento, porque eleições presidenciais são um evento importante.Estou confiante de que as pessoas irão agir de forma responsável''.
O oposicionista com maiores chances é o comunista Gennady Zyuganov, que já concorreu em outras quatro ocasiões.
Vladimir Zhirinovsky e Gennadi Zyuganov
Nacionalista Zhirinovsky (à esq.) e comunista Zyuganov estão entre os desafiantes de Putin
Os demais candidatos são o ultranacionalista Vladimir Zhirinovsky, o oligarca Mikhail Prokhorov, que está concorrendo como um ndependente, e o ex-presidente da Câmara dos Deputados, Sergey Mironov, do partido de centro-esquerda Uma Rússia Justa.
Candidatos ligados ao movimento que organizou os protestos contra a suposta manipulação de votos foram impedidos de participar do pleito.
Caso Putin não conquiste o equivalente a mais de 50% dos votos no primeiro turno, ele irá disputar uma segunda rodada com o rival que obtiver o maior número de votos.

Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/03/120122_russia_putin_bg.shtml

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Guerra Fria (nova), no Conselho de Segurança da ONU, Rússia e China vetam pela 2ª vez resolução contra repressão na Síria...


ONU | 04/02/2012 17:10

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Rússia e China vetam pela 2ª vez resolução sobre a Síria

No Conselho de Segurança da ONU, 13 países votaram a favor do projeto de resolução contra a repressão na Síria

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Bandeiras na entrada do prédio da ONU
Bandeiras na entrada do prédio da ONU
Nova York - Rússia e China vetaram neste sábado pela segunda vez no Conselho de Segurança da ONU um projeto de resolução que condena a repressão na Síria e que era apoiado pelos demais países do principal organismo de decisão das Nações Unidas.
O novo veto sino-russo ocorre depois de a oposição síria informar a morte de mais de 230 civis na madrugada de sexta para sábado como consequência dos bombardeios à cidade de Homs.
Treze países votaram a favor do projeto proposto pelos países árabes e europeus, que apoiam um plano da Liga Árabe para assegurar uma transição para a democracia na Síria.
Mas Rússia e China (que ocupam duas das cinco vagas permanentes com direito a veto no Conselho) voltaram a votar contra o texto, como haviam feito em 5 de outubro.
O embaixador francês na ONU, Gérard Araud, denunciou este "duplo veto", e fez alusão a um "dia triste para este Conselho, para os sírios e para os amigos da democracia".
O embaixador russo na ONU informou neste sábado que o projeto de resolução contra a repressão na Síria, vetado por seu país no Conselho de Segurança, era "desequilibrado" e acusou as potências ocidentais de buscar unicamente uma mudança de regime em Damasco.
A resolução proposta por países árabes e europeus "mandava um sinal desequilibrado às partes na Síria", afirmou o embaixador Vitaly Churkin, acrescentando que as potências ocidentais estavam "pedindo uma mudança de regime e para levar a oposição ao poder".
O novo projeto de resolução, que substitui outro mais duro, descartado de imediato pela Rússia, não pedia explicitamente que o presidente Bashar al Assad deixasse o poder.
No entanto, as concessões incluídas continuaram sendo insuficientes para a Rússia, tradicional aliado do regime de Damasco, e seu chanceler, Serguei Lavrov, havia afirmado antes da reunião em Nova York que submetê-lo à votação provocaria um "escândalo".
Depois de dez meses de violência na Síria em que, segundo a ONU, morreram mais de 5.400 pessoas, a comunidade internacional não consegue chegar a um acordo para deter a repressão no país.