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sexta-feira, 7 de junho de 2013

Dilma sanciona criação de 4 universidades e acelera interiorização do conhecimento


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Foto: Salu Parente/PT na Câmara
A presidenta Dilma Rousseff reforçou nesta quarta-feira (5) uma política inaugurada pelo ex-presidente Lula de interiorizar a oferta de vagas públicas de ensino superior como condição essencial ao desenvolvimento regional e à ampliação das políticas afirmativas de inclusão. Na presença de governadores, prefeitos, ministros e parlamentares, Dilma sancionou durante solenidade no Palácio do Planalto a criação de quatro novas instituições federais de ensino: a Universidade Federal do Cariri (UFCA), no Ceará; a Universidade Federal do Sul da Bahia (Ufesba); a Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOBA); e a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa).
Para o líder da Bancada do PT, deputado José Guimarães (CE), relator do projeto de criação da UFCA na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), as quatro universidades têm uma importância estratégica para o crescimento de cada uma das regiões onde serão instaladas. “Não só vão produzir conhecimento, como vão permitir a uma quantidade considerável de jovens o acesso ao ensino superior público e gratuito”, comemorou Guimarães. Com relação específica à nova universidade a ser implantada no Ceará, o líder apontou que serão criadas quase 7 mil vagas em 15 cursos superiores. 
A UFCA será formada pelos campi já existentes de Juazeiro do Norte, Barbalha e Crato, que serão desmembrados da Universidade Federal do Ceará (UFC). Além disso, serão criados novos campi nos municípios de Icó e Brejo Santo. A proposta prevê a contratação de 197 professores, 212 funcionários de nível superior e 318 profissionais de nível intermediário. O projeto também cria 482 cargos de direção e funções gratificadas.
Ufesba e UFOBA – O interior da Bahia foi contemplado com duas novas instituições de ensino – uma no Sul e outra no Oeste do estado. Para o deputado Geraldo Simões (PT-BA), que foi relator do projeto de criação da Ufesba na CCJ, a criação das quatro universidades, combinadas com a criação de todas as ocorridas durante o governo Lula, mostram, na prática, a prioridade dada pelos governos do PT à educação.
“Foi preciso um governo de um operário, formado no Senai, na época sem maiores títulos, para que educação no Brasil começasse a mudar. No governo Lula, foram criadas no Brasil 14 novas universidades. No governo anterior de FHC, acadêmico da Sorbonne, não foi criada nenhuma”, comparou Simões.
A Ufesba estará sediada em Itabuna e terá mais dois campi: um em Teixeira de Freitas e outro em Porto Seguro. Os três campi da nova universidade vão oferecer 12 bacharelados interdisciplinares em quatro grandes áreas de conhecimento, 15 licenciaturas interdisciplinares em cinco eixos de formação, 30 cursos de graduação profissionalizante plena, dez residências, 19 mestrados e nove doutorados.
Na UFOBA, serão oferecidos 35 cursos de graduação, que deverão atender a 7.930 estudantes. Inicialmente, a universidade, com sede em Barreiras, contará com quatro outros campi nos municípios de Barra, Bom Jesus da Lapa, Santa Maria de Vitória e Luís Eduardo Magalhães. Com a nova instituição, será necessária a criação de 765 cargos públicos efetivos, além de outros cargos de direção e funções gratificadas.
O deputado Valmir Assunção (PT-BA) reforçou que a criação das duas universidades representa a ampliação da oferta de vagas dentro de um projeto mais amplo de interiorização do ensino superior público. “Agora, o trabalho é para que mais universidades públicas sejam aprovadas e sancionadas no nosso estado, garantindo o direito à educação de qualidade através do ensino superior”, completou Valmir.
Unifesspa – A Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará foi criada por desmembramento da Universidade do Pará (UFPA). A nova instituição terá campus em Marabá (por meio da incorporação do campus da UFPA no local), Rondon do Pará, Santana do Araguaia, São Félix do Xingu e Xinguara. A proposta cria ainda 506 cargos de professor, 238 cargos técnico-administrativos de nível superior e outros 357 cargos técnico-administrativos de nível intermediário.
O deputado Cláudio Puty (PT-PA), relator da matéria na Comissão de Finanças e Tributação, comemorou mais um passo do governo federal rumo à transformação social e ao desenvolvimento das regiões Norte e Nordeste. “Os números comprovam: em 2002, tínhamos 114 municípios como sede de universidades federais. Hoje, esse número saltou para 275, sem contar com os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia”, detalhou.
O deputado Zé Geraldo (PT-PA) recordou que a Unifesspa é fruto de longo trabalho de todas as lideranças políticas que atuam na região Sul e Sudeste do estado, que se articularam junto ao governo do presidente Lula e da presidenta Dilma. “Nossa luta agora é convencer o Ministério da Educação sobre a necessidade de oferecer o curso de Medicina, tanto na Unifesspa como na UFOPA [Universidade Federal do Oeste do Pará], devido à elevada necessidade de médicos que há na região”, afirmou.
O deputado Newton Lima (PT-SP), que presidiu a Comissão de Educação em 2012, quando os quatro projetos da criação das novas universidades tramitaram no colegiado, reforçou que a “espetacular” expansão do ensino superior universitário no País se deve, indiscutivelmente, às ações iniciadas no governo do ex-presidente Lula e retomadas pela presidenta Dilma. “São medidas fundamentais que contribuem para a interiorização do desenvolvimento do País”, disse.
Também participaram da solenidade de sanção das leis que criaram as universidades os petistasAfonso Florence (BA), Amauri Teixeira (BA), Beto Faro (PA), Luiz Alberto (BA), Miriquinho Batista (PA) e Nelson Pellegrino (BA).
PT na Câmara
Disponível em: Dilma sanciona criação de 4 universidades e acelera interiorização do conhecimento

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Universidades Brasileiras estão entre as melhores do mundo...


USP fica entre as 20 melhores do mundo; UFRGS está entre as 100 
14 de fevereiro de 2012  10h47  atualizado às 12h03


A Universidade de São Paulo (USP) ficou entre as 20 melhores universidades do mundo no ranking divulgado no início deste ano pela Webometrics Ranking Web of World Universities, que avalia a visibilidade na internet das instituições de ensino superior. No último ranking, divulgado em julho de 2011, a instituição aparecia na 43ª colocação e hoje está em 20ª. A Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que chegou a 71ª colocação nesta publicação é a segunda instituição brasileira a aparecer entre as cem melhores.
A USP continua sendo a instituição brasileira mais bem colocada no ranking geral e lidera entre as melhores na América Latina. Confira aqui o ranking mundial.
As universidades americanas lideram as primeiras 16 posições. Aliás, entre as 20 melhores do mundo há apenas uma brasileira e uma canadense (University of Toronto, que ocupa a 17ª posição). As três primeiras colocadas são a Harvard University, Massachusetts Institute of Technology (MIT) e Stanford University. Harvard e MIT inverteram as posições em relação ao último ranking. A mais bem colocada universidade da Europa é a Swiss Federal Institute of Technology, em 24ª posição.
UFRGS aparece pela primeira vez entre as 100 melhores
No ranking das universidades latino-americanas, a USP lidera em primeiro lugar, seguida da Universidad Nacional Autónoma de México e da UFRGS, que subiu 79 posições desde o último levantamento - de 150º para 71º lugar. Entre as 100 melhores da América Latina há 45 instituições do Brasil, sendo que no top 10 estão também a Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, em 4º; a Universidade Federal de Santa Catarina, em 5º; Universidade Federal do Rio de Janeiro, em 7º; Universidade de Brasília, em 8º; Universidade Estadual de Campinas, em 9º; e Universidade Federal do Paraná, em 10º.
Sobre o ranking
O Webometrics Ranking Web of World Universities é promovido pelo Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC, na sigla em espanhol) da Espanha. Estatísticas relacionadas ao número de visitantes em páginas da internet pertencentes a universidades são consideradas. Outro aspecto é o número de publicações em citações bibliográficas dentro do banco de dados Google Scholar, que tem boa cobertura dos repositórios institucionais das universidades em todo o mundo.
A ideia do ranking é motivar as instituições e pesquisadores a estarem presentes na web, divulgando com precisão suas atividades. Além disso, de acordo com a organização do ranking, se o desempenho da universidade na web estiver abaixo da posição esperada em função da excelência acadêmica, deveria haver um esforço maior por parte da universidade na divulgação das publicações no âmbito online. Outras informações podem ser obtidas no site www.webometrics.info.