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quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O ministro do STF, o desembargador e o juiz (Joaquim Falcão)


O ministro do STF, o desembargador e o juiz
Na última semana de agosto foi divulgado um levantamento feito pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) mostrando que, a cada dez processos que chegaram ao Judiciário em 2010, sete ficaram por mais de um ano aguardando decisão. A pesquisa Justiça em Números 2010 apontou que ao longo do ano passado, de cada cem processos novos e pendentes que tramitam no Judiciário, 30 deles foram finalizados. O professorJoaquim Falcão, diretor da FGV DIREITO RIO, em artigo escrito para o Correio Braziliense comparou esses números com os da pesquisa "Supremo em Números", e fez um paralelo da carga de trabalho de um ministro do Supremo com a de um juiz de segunda instância, isto é, um desembargador e um juiz comum.
Foto: O presidente do Supremo Tribunal Federal e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Cezar Peluso, abre o seminário Justiça em Números - Indicadores do Poder Judiciário, promovido pelo CNJ. Por Antonio Cruz/ABr 
"O atual sistema de recursos banaliza o acesso ao Supremo. Além de ser sistema socialmente excludente. Somente os que podem arcar com os custos judiciais e advocatícios de levar uma questão até Brasília têm direito ao Supremo." afirma o professor.
Quem é o responsável por essa situação? Quem pode resolve-la?
Leia o artigo na íntegra abaixo:

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Disponível em: (http://direitorio.fgv.br/node/1798). Acesso em 08/set/2011.

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