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sábado, 10 de outubro de 2015

A derrota de Cunha é a derrota de Moro, da Lava Jato e da mídia (Paulo Nogueira)

Postagem 10/out/2015...


Agora vai ser difícil rir
Agora vai ser difícil rir
Postado em 10 out 2015
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O grande azar de Cunha foi ter ficado ao alcance de quem não está sob seu domínio nem de seus amigos e aliados: a Suíça.
Foi o mesmo azar de Marin.
No Brasil, Cunha permaneceria impune como sempre aconteceu nestes anos todos de uma carreira obscura e cheia de acusações de delinquência.
Nem Moro e nem a Polícia Federal têm alguma ação sobre tipos como Cunha.
Isso mostra a face real do combate à corrupção que se trava no Brasil da Lava Jato.
Quem acredita nos propósitos redentores dessa cruzada demagógica acredita em tudo.
O alvo é um, e ele não inclui figuras como Cunha ou Marin.
Isso significa que, passado o circo da Lava Jato, nada de efetivo terá mudado – a não ser que se alterem profundamente a estrutura de fiscalização a roubalheiras no Brasil de forma que fiquem desprotegidos os plutocratas e amigos seus como Cunha.
O episódio deixa também exposta a imprensa.
O que ela fez para investigar Cunha nestes anos todos, e sobretudo nos últimos meses quando ele acumulou um poder extraordinário no Congresso graças a seu gangsterismo?
Nada. Nada. Mais uma vez: nada.
Não por inépcia, ou não por inépcia apenas. Mas por má fé, por desonestidade.
Cunha era aliado, porque significava um ataque permanente ao governo Dilma.
E aos aliados a imprensa não cobra nada. Veja como Aécio tem sido tratado. Como ele escapou de ser sequer citado como amigo de Perrela no caso (abafado por jornais e revistas) do helicóptero de meia tonelada de pasta de cocaína.
A derrota de Cunha frente às autoridades suíças é, também, a derrota de Moro, da Lava Jato e da imprensa, não necessariamente nesta ordem.
Tanto estardalhaço nas prisões dos suspeitos de sempre, e tanta permissividade em relação a tipos como Eduardo Cunha.
É preciso destacar também o papel patético, nesta história criminosa, do PSDB.
Já eram cabais as evidências contra Cunha e seus líderes, num universo paralelo, diziam que era preciso dar a ele o benefício da dúvida.
Este benefício jamais foi dado a ninguém fora do círculo de interesses do PSDB.
É uma demonstração incontestável de que a lengalenga anticorrupção do PSDB é a continuação da mesma estratégia golpistas que matou Getúlio e derrubou Jango.
É a velha UDN de Lacerda ressuscitada nos tucanos.
Na condição de morto vivo, ou morto morto, Eduardo Cunha cala sobre o que deveria ser dito – a questão das contas – e tagarela sobre o que é ridículo dizer.
Ele está se fazendo de vítima. Diz que está sendo perseguido pelo governo e pelo PT.
Não foi ele que roubou, não foi ele que barbarizou, não foi ele que criou contas secretas expostas pelas autoridades suíças: é o PT que está perseguindo.
A isso se dá o nome de doença.
É preciso louvar, por último, o papel de Janot.
Fosse nos tempos de FHC com seu engavetador geral, sabemos onde ia dar o dossiê dos suíços.
Na gaveta.
Paulo Nogueira
Sobre o Autor
O jornalista Paulo Nogueira é fundador e diretor editorial do site de notícias e análises Diário do Centro do Mundo.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Itamar Franco: FHC roubou a paternidade do Plano Real (Cf. Conexão Noroeste)

Postagem 03/ago/2015...


Itamar Franco: FHC roubou a paternidade do Plano Real

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domingo, 12 de julho de 2015

A bipolaridade de FHC (Cf. Limpinho e Cheiroso)

Postagem 12/jul/2015...

A bipolaridade de FHC


FHC_Bipolar


Leia também:

Original disponível em: (http://limpinhoecheiroso.com/2015/06/02/a-bipolaridade-de-fhc/). Acesso em: 12/jul/2015.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Como Lula aproximou-se dos Estados Unidos (Luis Nassif)

01/jul/2014...

Como Lula aproximou-se dos Estados Unidos

Ontem de manhã Otto Reich estava indignado.
Na condição de Subsecretário de Estado do governo George W. Bush. Para o Hemisfério Ocidental – responsável por uma área que ia do Canadá à Argentina – Reich foi o principal operador para a aproximação dos EUA com Lula, antes mesmo das eleições.
Sua surpresa foi com resenhas publicadas neste final sobre o livro“18 Dias”, de Matias Spektor, narrando os supostos esforços do ainda presidente Fernando Henrique Cardoso para convencer Bush Jr. e os financistas de Wall Street que Lula não era um incendiário.
Reich foi entrevistado por Spektor, assim como seus interlocutores brasileiros.
É até possível que o então presidente do Banco Central Armínio Fraga tivesse feito algum trabalho junto ao FMI (Fundo Monetário Internacional) e a Wall Street. Mas FHC teve influência próxima de zero na aproximação de Lula com o governo Bush.
Primeiro, pelo inusitado de um presidente que sai do acordo avalizar seu adversário político. Depois, por não ter praticamente nenhuma influência sobre a corte de George W. Bush. Como disse o interlocutor de Reich, “Fernando Henrique não tinha muito capital junto a Bush para gastar com Lula”.
As ligações de FHC sempre foram com Bill Clinton e o Partido Democrata. E as duas maiores implicâncias de Bush eram justamente Clinton e intelectuais tidos como de esquerda, como FHC.

O INÍCIO DO CONTATO

O primeiro encontro de aproximação com o governo Lula ocorreu em São Paulo, em junho de 2002 – portanto, antes mesmo de se conhecer o resultado das eleições - na casa de um empresário amigo de Reich. Este chegou no mesmo dia da reunião, que teve início às 13 horas e se prolongou até às 19.
Do lado norte-americano estavam presentes a embaixadora Dona Hrinak e o cônsul em São Paulo  Patrick Duddy. O encontro, aliás, serviu para alavancar a carreira de Duddy que, depois disso, tornou-se Subsecretário de Estado para o Cone Sul e, mais tarde, embaixador na Venezuela – o último embaixador, aliás, expulso por Hugo Chávez.
Do lado brasileiro participou o futuro Ministro-Chefe da Casa Civil, José Dirceu. Ele garantiu que Lula respeitaria integralmente os compromissos internacionais e financeiros do país, mostrou que não havia caminhos possíveis para a esquerdização do país e se tornou o principal interlocutor dos EUA.
Reich voltou para os Estados Unidos com um novo perfil de Lula. Informou a Bush Jr que não se tratava de líder populista ou comunista, até por não ter formação intelectual para tal, mas do self made man típico, que está na base do sonho americano.
Imediatamente a imagem projetada de Lula conquistou Bush, a ponto de, pouco depois, convidá-lo para passar alguns dias com ele, nos EUA, dispensando-lhe um tratamento de amigo que nem Clinton conseguiu dispensar a FHC.

AS OUTRAS REUNIÕES

Em novembro ocorreu um segunda reunião, juntando Otto, Bill, Lula, Aluizio Mercadante e Antonio Palocci. Por volta de 10 de dezembro de 2002 Lula foi a Washington antes mesmo da posse, algo totalmente fora do padrão.
Quando começaram as primeiras reuniões entre a cúpula do PT e Otto Reich, o embaixador brasileiro em Washinghton, Rubens Barbosa, vendia ao governo norte-americano a versão de que Lula não tinha chances de vitória e o governo deveria apostar tudo na vitória de José Serra – de quem ele, Rubens Barbosa, seria o chanceler.
Obviamente, nem Serra, nem Barbosa, nem FHC sabiam das tratativas secretas de Otto Reich com a cúpula do PT. O que torna mais inverossímil a versão do papel de FHC nessa aproximação.
O terceiro encontro de Reich foi em março de 2003, com Lula e Dirceu na Granja do Torto. Desse encontro nasceu a viagem de Dirceu aos Estados Unidos, ocasião em que se reuniu com a Secretária de Estado Condoleeza Rice e com o mundo político e financeiro. Inclusive com um jantar histórico, em Washington, com 24 pessoas, os presidentes dos principais bancos do país, oferecido por  Donna Graham, herdeira do Washington Post.
Foi o melhor período nas relações entre Estados Unidos e o Brasil.
Tempos depois, já fora do governo, o próprio Otto Reich viria ao Brasil como representante da família Bush interessado em negócios de biodiesel de cana.
Mesmo depois de deixar a Casa Civil, Dirceu continuou sendo o interlocutor preferido do Departamento de Estado.
Em sua visita ao Brasil, Condoleeza fez questão de marcar um almoço com ele. Dirceu estava na Venezuela, foi avisado às sete da manhã mas chegou a tempo, graças ao jatinho de Hugo Chávez. Donna Graham também se tornou visitante do escritório que Dilma montou, depois de deixar o governo.
Com a saída de Dirceu de cena, perdeu-se o elo mais consistente das relações com os Estados Unidos, episódio lamentado no Departamento de Estado
O autor do livro, Matias Spektor é conceituado inclusive junto a Reich. Antes de voltar para o Brasil, trabalhou no Council of Foreign Relations. Dai a estranheza em relação às conclusões do livro.
Pode ser que as resenhas tenham exagerado o papel de FHC. Pode ser que o próprio FHC tenha se excedido ao discorrer sobre sua suposta influência no governo de George W. Bush.
De qualquer modo, Reich e seus amigos estão aguardando a leitura integral do livro – que ainda não foi lançado – para formar juízo sobre a obra.

IMAGENS

Disponível em: (http://jornalggn.com.br/noticia/como-lula-aproximou-se-dos-estados-unidos#.U7KmFo34HIE.facebook). Acesso em: 01/jul/2014.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Os intelectuais e a esfera pública (Emir Sader)

26/07/2013

Os intelectuais e a esfera pública



O governo Lula surpreendeu aos intelectuais, que ficaram desarmados sobre como reagir. Estavam despreparados para encarar um governo que se propunha a enfrentar a herança neoliberal nas condições realmente existentes.

A primeira atitude foi a mais tradicional nos intelectuais de esquerda: a deníncia de “traição” do Lula, que haveria herdado e mantido o governo neoliberal de FHC e seu programa. A nomeação da equipe econômica seria a prova irrefutável do crime.

Essa concepção foi adotada desde um primeiro momento pelos intelectuais da ultra esquerda, com seus esquemas pré-fabricados de que todo partido “social democrata”, quando chega ao governo, “trai” a classe trabalhadora e se assume como governo “burguês”, de direita, que apenas administra a crise capitalista, enganando a classe trabalhadora. Só viram no governo Lula a “confirmação” do que sempre – eles e seus antepassados políticos – previam.

A eles se juntaram os que acompanhavam, com bastante desconfiança, a vitória do PT e, diante da primeira circunstância, se distanciaram, com denúncias similares às mencionadas acima, sem nenhuma criatividade. O PT teria se aburguesado, se distanciado de suas bases tradicionais, se adequado à herança recebida e fazia um governo de continuidade com o governo de FHC. Houve até mesmo economistas que tentaram provar que não teria existido sequer “herança maldita” que demandasse políticas específicas para herdá-las, que tudo eram mentiras do governo Lula para justificar medidas econômicas conservadoras.

Na crise de 2005, intelectuais da extrema esquerda aderiram ao coro de denúncias da direita contra o governo Lula. Abandonaram qualquer crítica à política econômica e se centraram em que a “traição” teria ganhado contornos morais, com a corrupção grassando em todo o governo Lula.

Perderam o norte do mundo contemporâneo, em que o capitalismo assumiu o modelo neoliberal, que busca a mercantilização de tudo. Se somaram ao liberalismo, na sua crítica ao Estado, de que as denúncias de corrupção são um capítulo.

Terminaram fazendo da crítica ao governo Lula e ao PT seu objetivo fundamental, aliados à direita – em particular a seus espaços midiáticos – e terminando grotescamente, assim, sua trajetória intelectual.

Seguem nesse lugar, sem revelar nenhuma capacidade de análise e compreensão do Brasil e da América Latina contemporâneas, com o que não captam a natureza e o estado atual da luta pela superação do modelo neoliberal.

Os intelectuais de direita, que se haviam reanimado com os governos Collor, Itamar e FHC, revigorados pelo fim da URSS e, com ela, o fracasso do Estado, se mobilizaram no apoio às versões brasileiras do projeto neoliberal, de forma eufórica. Conseguiam retomar a ofensiva diante da esquerda, com um projeto que se pretendia “modernizador” e desqualificava a esquerda como pré-histórica.

Uniram-se intelectuais tradicionais da direita – vários deles que haviam estado com a ditadura –, mais intelectuais tucanos e economistas acadêmicos, em torno da liderança de FHC. Tiveram o gosto de derrotar o Lula e o PT duas vezes, pretendiam ter chegado ao poder por 20 anos e ter derrotado de vez a esquerda.

Naufragaram com o fracasso do governo FHC. Nem foram capazes de fazer um balanço da experiência desse governo e diagnosticar a derrota do candidato de continuísmo – que, na própria distância em relação ao governo de FHC, confessava sua derrota.

A intelectualidade de esquerda que não se rendeu à fácil versão da “traição” do governo Lula manteve seu apoio ao governo e ao PT, mas em geral sem teorizar as razões desse apoio. Haviam ficado na defensiva diante dos caminhos inesperados adotados pelo governo Lula e as acusações de corrupção levantadas contra ele. Se passava a uma situação claramente de defensiva diante da ofensiva da direita e da ultra esquerda.

Foi o enfrentamento dessa crise pelo governo Lula e a vitória eleitoral de 2006 – que revelava as novas bases populares que as políticas sociais tinham conquistado para o governo e para a esquerda – que projetaram uma nova imagem do governo. A ideia de que, pela primeira vez, mesmo se por caminhos inesperados e até mesmo reprovados pela esquerda – como os elementos conservadores da política econômica –, a fisionomia social do país tinha mudado, de forma significativa, e pela primeira vez a esquerda tinha uma base realmente popular, voltou a sensibilizar a setores da intelectualidade da esquerda. 

O apoio ao governo veio, sobretudo, das conquistas sociais dos setores populares e, em menor medida, da política externa soberana do governo. A confiança na figura do Lula comandou essa retomada de apoio dos intelectuais de esquerda ao governo.

Mas sem ainda teorizar as razões do sucesso do governo. É esse processo que precisa ser dinamizado, para retomar uma interação entre o pensamento crítico e os governos do PT, que tinha sido deixada de lado. O pensamento social necessita rearticular-se com os processos políticos contemporâneos – o brasileiro e o latino-americano – e os governos e os partidos de esquerda precisam da oxigenação do pensamento crítico.

Essa retomada deve se centrar no balanço da luta pela superação do modelo neoliberal e nos traços fundamentais de uma sociedade fundada na esfera pública, na universalização dos direitos, na democratização radical da economia, da política e da vida cultural.


Postado por Emir Sader às 08:25

(http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=1290). 

terça-feira, 2 de julho de 2013

As viagens de Lula, FHC e Aécio (Altamiro Borges)


segunda-feira, 25 de março de 2013


As viagens de Lula, FHC e Aécio

Por Altamiro Borges

Otavinho Frias, dono da Folha, nunca tolerou Lula – “o presidente que não fala inglês”. Com tamanho ódio de classe, seu jornal sempre produz factoides para detonar a imagem do ex-líder operário. Na sexta-feira, o diário acusou o ex-presidente de promover lobby em suas palestras internacionais. Segundo a manchete, “quase metade das viagens de Lula é paga por empreiteiras”. O próprio jornal admite que não há nada de ilegal nestas caravanas. Mas insiste em fustigar Lula, que mantém alta popularidade junto à população!




Os cães sarnentos da mídia

A Folha chega a insinuar que o ex-presidente usa o seu prestígio para interferir nos rumos do governo. “No exterior, Lula participou de encontros privados entre políticos locais e empresários brasileiros, além de prometer levar pedidos a Dilma Rousseff”. Diante de mais esta tentativa de estimular a cizânia, a própria presidenta reagiu: “Eu me recuso a entrar nesse tipo de ilação. O presidente Lula tem o respeito de todos os Chefes de Estado da África e deu grande contribuição ao país nessa área”, disse ao Estadão, rival da Folha.

Amestrado pela mídia, o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP), já saiu atirando: “Se ele quer fazer lobby, que receba honorários para isso. Feito por baixo dos panos é indecoroso”. Álvaro Dias (PR) também usou o factoide da Folha. “É importante que o ex-presidente esclareça isso. Fica a impressão de benefícios governamentais retribuídos com vantagens posteriores”. Já Sérgio Guerra, jagunço do PSDB, atacou: "O Brasil aguarda que o ex-presidente revele qual a remuneração que recebeu para fazer lobby”.

Sabesp, Itaú e FHC 

Já que a mídia e seus teleguiados tucanos estão tão interessados na “transparência”, eles deveriam cobrar explicações também do ex-presidente FHC e do senador Aécio Neves, o cambaleante presidenciável da legenda. A imprensa deveria deixar de ser hipócrita na sua escandalização seletiva. Ele poderia pedir esclarecimentos à estatal paulista Sabesp, comandada pelos tucanos, que doou R$ 500 mil para o Instituto FHC. Ou solicitar informações ao Banco Itaú, que já patrocinou várias viagens do ex-presidente.

Como lembra Hugo Carvalho, em texto postado no blog de Luis Nassif, “nas asas do Itaú, seu patrocinador máster, Fernando Henrique esteve no Paraguai em 2010, no dia em que o banco inaugurou a operação para tomar o mercado no país vizinho. O Itaú também o levou a Doha e aos Emirados Árabes ano passado, com a intenção de morder parte dos 100 milhões de dólares que o Barwa Bank tem para investir no mercado imobiliário brasileiro. A Folha estava lá (mas não diz quem pagou a viagem da colunista Maria Cristina Frias)”.

O articulista lembra que “Fernando Henrique ainda era presidente da República, em 2002, quando chamou ao Palácio da Alvorada os donos de meia dúzia de empresas para alavancar o instituto que ainda ia criar: Odebrecht, Camargo Corrêa, Bradesco, Itaú, CSN, Klabin e Suzano. A elas se juntaria a Ambev. Juntas, pingaram R$ 7 milhões no chapéu de FH... FHC e seu instituto prosperaram. No primeiro ano como ex-presidente ele faturou R$ 3 milhões em palestras... Todas as empresas citadas neste relato são anunciantes da Folha de São Paulo e estão acima de qualquer suspeita enquanto anunciantes. Apodrecem, aos olhos do jornal, quando se aproximam de Lula”.

As viagens de Aécio ao Rio de Janeiro

Outra pauta para o “jornalismo investigativo” (na verdade, seletivo) da Folha: as viagens (ou baladas?) de Aécio Neves. Segundo matéria do Estadão, fervoroso serrista, o tucano mineiro torrou 63% da sua cota de passagens no Senado para visitar o Rio de Janeiro. O uso do dinheiro público nestas viagens não gerou manchetes ou qualquer alarde na mídia tucana. Em Minas Gerais, segundo o sítio “Minas sem Censura”, esta denúncia inclusive foi retirada das páginas dos jornalões locais, que blindam o presidenciável do PSDB. 

Disponível em: Altamiro Borges: As viagens de Lula, FHC e Aécio