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sábado, 11 de fevereiro de 2012

CNJ Independente. Eliana Calmon acredita que decisão do STF deve influenciar processo envolvendo sigilo de juízes


Eliana Calmon acredita que decisão do STF deve influenciar processo envolvendo sigilo de juízes

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03/02/2012 - 18:28 | Fonte: ABr
Divulgação/ABr
Eliana Calmon acredita que decisão do STF deve influenciar processo envolvendo sigilo de juízes
A corregedora-geral Eliana Calmon esclareceu hoje (3) que a manutenção das competências do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) não tem a ver com a investigação nas folhas de pagamento de 22 tribunais do país, suspensa no final do ano passado. Ainda assim, ela acredita que a decisão favorável conquistada ontem (2) no Supremo Tribunal Federal (STF) poderá influenciar positivamente o desfecho desse caso.
Segundo a ministra Calmon, como o STF estabeleceu “amplos poderes para a corregedoria (...), naturalmente se dará sentido ao julgamento do mandado de segurança [que trata do pente-fino nos tribunais], mas não significa que será líquida e certa a questão”.
Os ministros julgaram uma ação contrária à resolução do CNJ que criou regras para as corregedorias investigarem ilícitos de magistrados. A ação foi proposta pela Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB). Como resultado, a Corte derrubou liminar concedida pelo ministro Marco Aurélio Mello no final do ano passado.
O outro processo a que a corregedora se referiu ainda precisa ser analisado pelos ministros. É o mandado de segurança em que três associações de juízes, entre elas a AMB, acusam a Corregedoria do CNJ de ter quebrado de forma ilegal o sigilo de mais de 216 mil juízes e servidores.
Nesse caso, a liminar contra o CNJ foi concedida pelo ministro Ricardo Lewandowski, mas o relator original do caso é o ministro Joaquim Barbosa. Atualmente, existe a possibilidade de o caso passar para Luiz Fux.

Débora Zampier

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Ministro do STF diz que corregedora 'não merece excomunhão'


28/09/2011 - 19h02

Ministro do STF diz que corregedora 'não merece excomunhão'

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DE SÃO PAULO
O ministro Marco Aurélio Mello, relator da ação do STF (Supremo Tribunal Federal) que analisará a competência do CNJ (Conselho Nacional de Justiça) de julgar e punir juízes, defendeu nesta quarta-feira (28) a corregedora-geral de Justiça, Eliana Calmon.
A expectativa era de que a ação, proposta pela AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), fosse discutida na sessão plenária da Corte desta quarta-feira, mas não entrou na pauta de julgamentos.
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Associação critica fala de corregedora sobre 'bandidos de toga'
Segundo Marco Aurélio, a declaração em que a ministra diz que a Justiça esconde "bandidos de toga" não merece grande repreensão.
"A nossa corregedora cometeu um pecadilho, mas também não merece a excomunhão maior. Ela tem uma bagagem de bons serviços prestados à sociedade brasileira. É uma juíza de carreira, respeitada. Uma crítica exacerbada ao que ela versou a rigor fragiliza o próprio Judiciário e o próprio conselho", disse o ministro durante intervalo da sessão plenária desta tarde.
Em recente entrevista, Calmon fez duros ataques a seus pares ao criticar a iniciativa de tentar reduzir o poder de investigação do CNJ.
"Acho que é o primeiro caminho para a impunidade da magistratura, que hoje está com gravíssimos problemas de infiltração de bandidos que estão escondidos atrás da toga", declarou em entrevista à APJ (Associação Paulista de Jornais).
A declaração causou reação no CNJ, que divulgou nota ontem classificando as declarações de Calmon de "levianas". A nota foi lida pelo presidente do Supremo, ministro Cezar Peluso, durante sessão do CNJ.